
JUREMAL
É Artista, Costureiro, Dreadmaker, Poeta, Performer, Ator, Dançarino, Morador e cria da Barra do Ceará, fez parte de vários movimentos sociais que foram na capacitação de metodologia, como MJPOP (Monitoramento jovem de Políticas Públicas) no ano 2015 em seguida fez Rejudes ( Rede de juventude em Defesa de seus Direitos Sociais), em parceria com o ChildFund Brasil 2016), participou da Pré Conferência Livre de Juventudes realizado no dia 24 de julho de 2018. Iniciou nas artes em 2016 com o grupo de teatro Jovens Ruah no instituto Capemi.
Participou do Projeto Vozes e Artes com a Siderúrgica do Pecém e supervisão da Práxis SócioAmbiental oficinas em arte/Cultura: modalidade coral e metodologia Aflateen no ano 2015. Em 2016, cursou dança no projeto Guadalajara com o professor Cristiano Pontes com diversas experimentações, dentre elas o carimbó, frevo, maracatu, axé e dança do coco. Fez Oficina de Preparação do Ator Garimpo de talentos (Vila das Arte), no período de 03 de Março a 15 de Setembro de 2018. É Formado pelo Centro de formação e pesquisa em artes cênicas, Curso Princípios Básicos de teatro - CPBT 2018,( Theatro José de Alencar ) com professor Joca Andrade com Espetáculo Farpas, Cursou iniciação em Dança Contemporânea- CIDIC 2019 (Organização da Associação de Dança do Ceará com Espetáculo
Ruína com direção de Henrique Castro e Clarissa Costa). Fez parte do coletivo Urbano que atuava no Município de Caucaia Visando o direito à cidade, a democratização dos espaços urbanos, promoção à cultura e a formação de redes com a comunidade em geral.
De sua autoria tem a Performance Contra Parede, Alvo ao Papoco.
É criador e cofundador da PicumãLocks.

PERFORMANCE DO ALVO AO PAPOCO
ABAIXA QUE VEM TIRO
Sistema terrorista. Preso a uma cadeia de preconceitos e rótulos que está sempre marginalizando o povo preto e periférico, onde uma guerra está localizada. Na favela!
Alvo ao papoco vem denunciar os ataques ao nosso povo. Feridas que não se cicatrizadas que permanece desde a invasão, que se começa a criar uma narrativa de extermínio ao povo preto e favelado, em questão, para quem vai o papoco. Quem será o alvo?
Eu lhe pergunto: você já deu voz a um favelado? Não? Então você é um assassino.
UM TRABALHO QUE ATRAVESSAR O MEU CORPO E MINHA FAVELA, ESSA PERFORMANCE É O ATRAVESSAMENTO DO MEU CORPO GAY AFEMINADO, PRETINDIGINA E FAVELADO, ONDE FALO QUEM SERÁ OS ALVOS, QUEM VAI SER ATINGIDO PELOS OS PAPOCO.


Ant
Antes de tudo
Depois de um tudo
Vai passando tudo
Já engoliu tudo
Já evoluiu em tudo
Tudo que homem criou não chega no espírito juremal que já se revelou para o mundo.
Sobre tudo
Me rasteiro na mata molhada, nas ruas que atravessar os barracos, no beco molhado que desaugou um desencarnado. Mas
Vivo e não quero que passa e já vejo várias jornadas no caminho que passa.
JUREMAL
O CORPO DA FAVELA MATA


PERFORMANCE
CONTRA PAREDE
Eu tenho pergunta dentro de me, que me seguir como sombras.
Assim como soldado sair de uma guerra, são e salvo.
Assim somos nós!
Contra Parede vem denunciar os ataques feitos aos meninos periféricos, onde a juventude é um alvo preferencial dos "homens" porque o Estado sempre colocou um elemento marginal, um elemento suspeito.
Um garoto vem questionar o processo de marginalização em seu território, vem como voz clamando por justiça pelos onzes meninos periféricos assassinado no bairro da Jurema.
Do ódio a dor, a perda transformei em arte, entrei no meu caldeirão e joguei tudo aquilo que me massacrava, não foi fácil. Todos os meus trabalhos se for falar de favela, vou falar deles.

COMIGO NINQUEM PODE
Como JUREMAL
Mantenho-me forte
Desacreditar que eu sou?!
É como lutar sem a armadura.
É ir para a guerra sem armamento.
E a espada que vou acertar o alvo para garantir a vitória.
Entre o Breu e o terreno dos vivos
nem para chefão eu digo
Acredite!
Comigo ninguém pode
É letal!
Lamentar?!
Dizer que não vou?!
Nunca direi
Eu sou!
Comigo ninguém pode com Juremal


ESPETÁCULO
RUÍNA
Espetáculo de conclusão do CIDIC - Curso de I niciação em Dança Contemporânea/ Prodança
Problema de comunicação.
Corrida para o nada.
Não é mais possível respirar.
O presente é uma questão subjetiva e o jardim é de lixo.
Este espetáculo é o trabalho de conclusão do Curso de Iniciação em Dança Contemporânea, apoiado pela Secretaria da Culturra dIntérpretes-criadores (alunos concludentes): Amanda Freire, Carol Mandu, Daniel Neves, David Nogueira, Davi Neto, Emily Carvalho, Francisca Silva, Glória Dias, Ingrid Cristina, Ionara Sena, Jeff Ferreira, Juliana Montello, Kaly, Karolina Mourão, Karízia Silvestre, Lara Nicolau, Mairla Delfino, Marília Lima, Phanikta, Raul Spinosa, Vanderlan Silva e Viúva Negra
Concepção e direção: Henrique Castro
Assistência de direção: Clarissa Costa
Paisagem e dramaturgia sonora: Eric Barbosa
Figurino: Ruth Aragão
Orientação de maquiagem: Netinho Nogueira
Iluminação: Walter Façanha
Arte gráfica: Yule Bernardo
Fotografia: Bruno Boanergers
Vídeo institucional: Breno de Lacerda
Coordenação pedagógica e produção executiva: Honório Félix, Victor Hugo Portela e William Pereira Monte
Produção: Fabiano Veríssimo
Idealização do curso: Silvia Moura
Professores: Ana Carla de Souza, Clarissa Costa, Felipe Damasceno, Henrique Castro, Isadora Teixeira, João Paulo Barros, Paulo José, Rubéns Lopes, Silvana Marques e Tatiana Valenteo Estado do Ceará - Escolas Livres de Formação Artística e Cultutal.

Ninguém pode
Foi um chamado
Chamado de força e conexão
Comigo ninguém pode
Não pode mesmo
Pois o que vem de terra nunca caíram
Mas os que tentam enfrentar
contra mim
É envão!
Caí na escuridão
Nem chame!
Nosso corpo reinaram na terra molhada com pena de pavão.




































